A insustentável leveza do ser

” De cá para lá, iam desenhando os passos da dança ao som do violino e do piano; Tereza tinha a cabeça poisada no seu ombro. Como no avião que os levava aos dois através da bruma. Sentia a mesma estranha felicidade, a mesma estranha tristeza. A tristeza queria dizer: estamos na última paragem. A felicidade queria dizer: estamos os dois juntos. A tristeza era a forma, e a felicidade era o conteúdo. A felicidade preenchia o espaço da tristeza.”

“A insustentável leveza do ser” de Milan Kundera.

A dualidade sempre presente no romance. O pessimismo (ou a realidade?) de que nada é perfeito?

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