Depois de Follett, segue-se Sr. Eça

Há uns dias atrás acabei o romance histórico de Ken Follett, “Os Pilares da Terra”, que adorei. Como já esperava, foi um dos grandes livros que já li. Não é uma história maçuda, está sempre em constante mudança, é de fácil leitura sem se tornar superficial. Ken Follett conseguiu superar-se, sendo ele um jornalista e escritor num registo completamente diferente, a espionagem. Acho que conseguiu manter um equilíbrio. Não é demasiado descritivo, mas também não fica a vaguear e nem entra em demasiados sentimentalismos. Ao longo da história, sentimos que fazemos parte da vida de Tom pedreiro, Jack, Aliena e do Prior Philip; sentimos raiva de William, de Waleran e Alfred… Mas se quiserem saber mais, façam o favor de ler que vale mesmo a pena. É verdade que comprar livros em Portugal tornou-se quase um luxo (ainda por cima quando as editoras vendem o livro em separado para arrecadar mais uns trocos), mas tentem arranjar alguém que empreste ou requisitem numa biblioteca. Ler é essencial para a sanidade mental.

O livro que se segue é “O primo Basílio”, de Eça de Queirós, um clássico da Língua e cultura Portuguesas. Eça é o meu escritor preferido, e apesar de ser do século XIX mantém-se sempre actual.

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